Setor têxtil critica possível fim da “taxa das blusinhas” e cobra redução de impostos no Brasil, diz diretor da Abit
O setor têxtil brasileiro critica a possível revisão da 'taxa das blusinhas' e defende a redução da carga tributária sobre a produção nacional para garantir competitividade frente aos produtos importados.
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14/05 às 13:19
Pontos principais
- A Abit alerta que o fim da taxação sobre importados de até US$ 50 prejudica a indústria nacional e desestimula investimentos no Brasil.
- Fernando Valente Pimentel defende que o governo deveria focar na redução de impostos para quem produz no país, em vez de priorizar benefícios para importadores.
- O setor têxtil aponta um desequilíbrio competitivo, alegando que empresas locais enfrentam custos regulatórios e tributários muito superiores aos dos produtos asiáticos.
- Dados da Abit indicam que os investimentos prometidos pelas plataformas internacionais após o programa Remessa Conforme não se concretizaram na escala esperada.
- O setor continuará pressionando o Congresso Nacional por medidas que garantam a simetria tributária entre o produto nacional e o importado.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Fernando Valente Pimentel (diretor-superintendente da Abit)
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