'Satanás foi ao Éden': como uma ilha planejada para ser paraíso foi engolida por mistérios e mortes sem explicação
A ilha de Floreana, em Galápagos, que deveria ser uma utopia para um médico alemão e sua amante na década de 1930, transformou-se em palco de mistérios, mortes inexplicáveis e desaparecimentos após a chegada de outros moradores, incluindo uma baronesa excêntrica.
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01/02 às 06:01
Pontos principais
- O médico alemão Friedrich Ritter e Dore Strauch fugiram para Floreana, Galápagos, em 1929, para criar uma sociedade utópica baseada nas ideias de Nietzsche.
- A história do casal atraiu a atenção da mídia, levando à chegada de outros moradores, como o casal Wittmer e a baronesa Eloise von Wagner Bosquet com seus dois amantes.
- A convivência na ilha foi marcada por conflitos, disputas de poder e provocações, especialmente após a chegada da baronesa.
- Em 1934, a baronesa Eloise e um de seus amantes desapareceram misteriosamente, sem explicações claras até hoje.
- Rudolf Lorenz, o outro amante da baronesa, foi encontrado mumificado em outra ilha após deixar Floreana.
- Friedrich Ritter morreu subitamente, supostamente após comer um frango contaminado, levantando suspeitas sobre Dore Strauch.
- Dore Strauch e Margret Wittmer escreveram livros sobre suas experiências na ilha, oferecendo relatos divergentes dos eventos.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Friedrich Ritter (médico alemão)Dore Strauch (paciente de Friedrich Ritter, escritora)Abbott Kahler (escritora norte-americana)Friedrich Nietzsche (filósofo)Heinz WittmerMargret Wittmer (esposa de Heinz Wittmer, escritora)Eloise von Wagner Bosquet (baronesa austríaca)Robert Philippson (amante de Eloise von Wagner Bosquet)Rudolf Lorenz (amante de Eloise von Wagner Bosquet)
Organizações
Allan Hancock Foundation Collection/USC LibraryBBCDeutsche WelleThe New York TimesCAP/NFS/IMAGO
Lugares
GalápagosEquadorAlemanhaFloreanaAmérica do SulTaitiSão CristóvãoMarchenaMiami

