Uma ilha em Galápagos, planejada para ser um paraíso utópico por um médico alemão, tornou-se palco de desaparecimentos e mortes inexplicáveis após a chegada de outros colonos, incluindo uma baronesa excêntrica.
A ilha de Floreana, em Galápagos, que deveria ser um refúgio utópico para o médico alemão Friedrich Ritter e sua amante Dore Strauch em 1929, transformou-se em um cenário de mistérios e mortes inexplicáveis. A busca por uma sociedade baseada nas ideias de Nietzsche atraiu a atenção da mídia e, consequentemente, de outros colonos, como o casal Wittmer e a excêntrica baronesa Eloise von Wagner Bosquet, acompanhada de seus dois amantes. A convivência na ilha foi rapidamente marcada por conflitos e disputas de poder, especialmente após a chegada da baronesa.
Os eventos tomaram um rumo sombrio em 1934, quando a baronesa Eloise e um de seus amantes desapareceram misteriosamente, sem qualquer explicação clara até hoje. Pouco depois, Rudolf Lorenz, o outro amante da baronesa, foi encontrado mumificado em outra ilha após deixar Floreana. Friedrich Ritter também morreu subitamente, supostamente por envenenamento alimentar, levantando suspeitas sobre Dore Strauch. Os relatos divergentes de Dore Strauch e Margret Wittmer em seus livros apenas aprofundam o enigma de Floreana, uma ilha que prometia ser um paraíso, mas se tornou sinônimo de tragédia e segredos.