S&P 500 dispara apesar da tensão global — e pode não ter chegado ao topo
O S&P 500 atinge níveis recordes impulsionado por lucros de empresas de tecnologia e petróleo, enquanto o mercado financeiro debate a possível nomeação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve e suas propostas de mudança na política monetária.
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29/04 às 07:40
Pontos principais
- O S&P 500 opera em níveis recordes, apesar das tensões globais, devido a fundos protegidos e lucros acima do esperado, especialmente em tecnologia e petróleo.
- A Micron (MU) foi responsável por mais da metade do crescimento de lucros das empresas do S&P 500 desde o início do conflito no Oriente Médio.
- Gustavo Campanha da WHG observa que fundos que seguem tendências de mercado ainda não recompraram todas as posições vendidas.
- A WHG se beneficiou da volatilidade, posicionando-se contra os EUA durante quedas do mercado.
- Há discussões sobre a possível nomeação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve, indicado por Donald Trump para reduzir juros.
- Warsh pode propor mudanças na análise econômica do Fed, focando em ganhos de produtividade da IA, e na métrica de inflação usada como referência.
- Apesar dos esforços de Warsh, cortes de juros consistentes nos EUA são esperados apenas para 2027, devido à inflação e à permanência de Powell no comitê.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Gustavo Campanha (gestor de ações globais da WHG)Fernando Fenolio (economista-chefe da WHG)Fernando Ferreira (estrategista-chefe da XP)Caio Megale (economista-chefe da XP)Donald Trump (presidente)Kevin WarshJerome Powell (presidente do Federal Reserve)
Organizações
S&P 500Micron (MU)WHGXPOpepOpep+Federal Reserve (Fed)
Lugares
Oriente MédioEstados UnidosEmirados Árabes

