Rio terá banco genético para ajudar na identificação de desaparecidos
O Rio de Janeiro implementará um banco de perfis genéticos para auxiliar na identificação de pessoas desaparecidas e em investigações policiais, seguindo diretrizes nacionais e a LGPD.
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21/03 às 12:35
Pontos principais
- O Rio de Janeiro terá um banco de perfis genéticos para auxiliar na identificação de desaparecidos e investigações policiais.
- A lei foi assinada pelo governador Cláudio Castro e prevê coleta, armazenamento e compartilhamento de dados de DNA.
- O banco estadual estará conectado à rede nacional existente e seguirá as diretrizes do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
- Perfis genéticos poderão ser incluídos de criminosos condenados, por decisão judicial ou por doação voluntária de familiares de desaparecidos.
- As informações armazenadas serão protegidas por sigilo, com acesso controlado e limitação da identificação à genética e sexo biológico.
- A lei permite a exclusão de dados em casos de absolvição, erro pericial, extinção da punibilidade ou término do prazo legal.
- O sistema será adequado à LGPD, com responsável pelo tratamento das informações e medidas de segurança e transparência.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Cláudio Castro (governador)
Organizações
Ministério da Justiça e Segurança PúblicaJustiçaLei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)
Lugares
Rio de JaneiroBrasil
