Raízen e Pão de Açúcar: como fica o investimento em CRI, CRA, fundos e debêntures?
Os pedidos de recuperação judicial e extrajudicial da GPA e Raízen, respectivamente, geram impactos significativos para investidores em ações, CRIs, CRAs, debêntures e fundos de investimento, com expectativa de perdas e reestruturações de dívidas.
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11/03 às 16:35
Pontos principais
- GPA (Pão de Açúcar) e Raízen anunciaram pedidos de recuperação judicial e extrajudicial, impactando o mercado financeiro.
- Investidores em ações, CRIs, CRAs e debêntures das empresas enfrentarão suspensão de pagamentos e queda nos preços dos títulos.
- Fundos de investimento com papéis dessas companhias terão que atualizar valores, afetando suas cotas.
- A Raízen suspenderá pagamentos de dívidas por 90 dias, incluindo um CRA de R$ 900 milhões e debêntures.
- Especialistas preveem deságios significativos na renegociação das dívidas, podendo chegar a 80% para o GPA e 40% para a Raízen.
- CRIs com alienação fiduciária de imóveis no caso do GPA podem ter maior proteção legal em comparação com as dívidas sem garantia da Raízen.
- O cenário levará a um aumento da seletividade e do custo de financiamento no mercado de crédito corporativo, com investidores buscando mais garantias.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Otávio Faria (analista de crédito e renda fixa da Eleven Financial)Sidney Lima (analista da Ouro Preto Investimentos)André Matos (CEO da MA7 Negócios)
Organizações
RaízenPão de Açúcar (GPA)Eleven FinancialTrue SecuritizadoraOpea SecuritizadoraPentágono DTVMOuro Preto InvestimentosMA7 Negócios
