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Quase 8.000 pessoas morreram ou desapareceram tentando migrar em 2025

Quase 8.000 pessoas morreram ou desapareceram em rotas migratórias em 2025, com as rotas marítimas para a Europa sendo as mais perigosas, segundo um relatório da OIM.

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21/04 às 10:21

Pontos principais

  • Cerca de 8.000 pessoas morreram ou desapareceram em rotas migratórias em 2025, um número menor que o recorde de 2024, mas com 1.500 casos suspeitos não verificados.
  • As rotas marítimas para a Europa foram as mais mortais, respondendo por mais de 40% das mortes e desaparecimentos.
  • Muitos casos são de 'naufrágios invisíveis', onde embarcações inteiras se perdem no mar sem serem encontradas.
  • A rota da África Ocidental para o norte registrou 1.200 mortes.
  • A Ásia teve um número recorde de mortes, incluindo refugiados Rohingya fugindo da violência em Mianmar ou de campos superlotados em Bangladesh.
  • A OIM destaca que as rotas migratórias mudam em resposta a conflitos, pressões climáticas e políticas, mas os riscos permanecem altos.
  • A diretora-geral da OIM, Amy Pope, enfatiza que por trás dos números estão pessoas fazendo viagens perigosas e famílias esperando por notícias.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Maria Moita (diretora do departamento humanitário e de resposta da Organização Internacional para as Migrações)Amy Pope (diretora-geral da OIM)Emma Farge

Organizações

Organização Internacional para as Migrações (OIM)Reuters

Lugares

GenebraEuropaÁfrica OcidentalÁsiaMianmarBangladesh