Qual valor está escondido na unidade de metais básicos da Vale (VALE3)?
A divisão de metais básicos da Vale (VBM) possui um valor relevante ainda não totalmente refletido no preço da mineradora, impulsionado por projetos de cobre em Carajás e a perspectiva de crescimento da produção, com o Bradesco BBI mantendo uma recomendação de compra para a ação.
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12/03 às 13:46
Pontos principais
- A divisão de metais básicos (VBM) da Vale (VALE3) pode esconder um valor relevante ainda pouco refletido no preço da mineradora.
- O Bradesco BBI avalia que o avanço de projetos de cobre em Carajás e o crescimento da produção aumentam a visibilidade do potencial da VBM.
- A Vale projeta elevar sua produção de cobre para mais de 500 mil toneladas anuais nos próximos cinco anos, com projetos como Bacaba, Salobo e Alemão.
- O crescimento orgânico também deve ampliar a exposição ao ouro como subproduto, podendo superar 700 mil onças.
- A participação da VBM no Ebitda consolidado da Vale subiu para mais de 20% em 2025, com potencial de alcançar 30% em 2026.
- O Bradesco BBI mantém uma leitura construtiva para a tese da Vale, esperando que a VBM ganhe mais relevância na criação de valor da companhia.
- O banco reiterou recomendação de compra para VALE3 e preço-alvo de R$ 102, apesar da necessidade de ampliação de reservas.
Mencionado nesta matéria
Organizações
Vale (VALE3)Bradesco BBI
Lugares
Carajás
