Presidente de CPMI pede reação do Congresso após Gilmar liberar Leila de depoimento
O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, expressou indignação com a decisão do ministro Gilmar Mendes de liberar Leila Pereira de depor, pedindo uma reação do Congresso contra o que considera um enfraquecimento do poder investigatório parlamentar.
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18/03 às 08:14
Pontos principais
- Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, criticou a decisão de Gilmar Mendes de dispensar Leila Pereira de depor.
- Viana classificou a decisão como um "precedente extremamente perigoso" que fragiliza o poder investigatório do Congresso.
- Ele destacou que a dispensa de uma testemunha, que tem dever legal de comparecer, é mais grave do que a de um investigado.
- O presidente da CPMI argumentou que medidas judiciais estão sendo usadas para limitar a atuação do Parlamento.
- Viana cobrou uma reação do Congresso para proteger as prerrogativas constitucionais e a autoridade do Poder Legislativo.
- Ele ressaltou que, embora testemunhas possam exercer o direito ao silêncio, não podem ser dispensadas de comparecer.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Carlos Viana (presidente da CPMI do INSS)Gilmar Mendes (ministro do Supremo Tribunal Federal)Leila Pereira (presidente da Crefisa e do Palmeiras)
Organizações
CPMI do INSSSupremo Tribunal Federal (STF)Congresso NacionalCrefisaPalmeiras
