Por que roupas estão tão caras na Argentina — e governo Milei estimula compras fora do país
A Argentina enfrenta um cenário de preços elevados no setor têxtil, levando o governo de Javier Milei a promover a abertura comercial e a redução de tarifas de importação para aumentar a competitividade.
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11/05 às 01:00
Pontos principais
- A Argentina possui as roupas mais caras da região, com preços até 95% superiores aos do Brasil em alguns casos.
- O governo de Javier Milei reduziu tarifas de importação de 35% para 20% e facilitou compras internacionais via courier para estimular a concorrência.
- Representantes do setor têxtil apontam que a alta carga tributária, como o IVA e o imposto sobre movimentações bancárias, encarece a produção local.
- Dados da Câmara da Indústria Têxtil indicam o fechamento de mais de 1.600 lojas e a perda de 10 mil empregos formais no setor.
- Especialistas alertam que a abertura econômica agressiva, sem tempo para adaptação, pode levar ao desaparecimento de empresas locais que poderiam ser competitivas.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Javier Milei (presidente da Argentina)Luis Caputo (ministro da Economia)Claudio Drescher (presidente da Câmara da Indústria Têxtil e do Vestuário da Argentina)Juan Carlos Hallak (doutor em economia)Mauricio Macri (ex-presidente argentino)Alberto Fernández (ex-presidente argentino)Benito Fernández (estilista)
Organizações
Secretaria de Comércio da ArgentinaCâmara da Indústria Têxtil e do Vestuário da ArgentinaFundarUniversidade HarvardUniversidade de Buenos AiresSheinTemu
Lugares
ArgentinaMiamiEstados UnidosChileChinaBrasil

