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Polo chama Hapvida (HAPV3) de “avião que caiu” e monitora sinais para sair da aposta

A Polo Capital descreve a Hapvida (HAPV3) como um "avião que caiu" após resultados trimestrais ruins e monitora sinais para decidir sobre sua aposta na empresa, que viu sua percepção de mercado deteriorar rapidamente.

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23/04 às 19:03

Pontos principais

  • A Hapvida (HAPV3) passou de emissor de alta qualidade para um caso de estudo de deterioração de mercado após resultados ruins.
  • A Polo Capital, através de seu sócio Conrado Rocha, compara a situação da Hapvida a um "avião que caiu", mas não por fraude.
  • A empresa queimou caixa, perdeu clientes e viu suas ações despencarem 45% em um pregão após o resultado do terceiro trimestre.
  • A dívida da Hapvida escalou de CDI mais 1,30 para CDI mais 8 após a divulgação de resultados fracos e a perda de confiança do mercado.
  • Apesar dos problemas, a Hapvida possui um caixa robusto de R$ 8 bilhões e apenas R$ 2 bilhões em dívidas vencendo nos próximos dois anos, o que oferece fôlego.
  • A empresa contratou 10 novos executivos e colocou à venda sua unidade no Sul para levantar recursos e reduzir exposição em regiões de menor margem.
  • A Polo Capital monitora a continuidade da perda de clientes, novas trocas na diretoria e a queima de caixa como sinais para reavaliar sua posição na Hapvida.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Conrado Rocha (sócio da Polo Capital)Lucas CollazoMorgan Housel

Organizações

HapvidaPolo CapitalSquadraJGPInfomoney

Lugares

BrasilNordesteSudeste