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Paraíso sob terror: violência assola destino turístico da Colômbia

A violência paramilitar e do narcotráfico assola o Parque Nacional de Tayrona e a Sierra Nevada de Santa Marta, na Colômbia, afetando comunidades indígenas, comerciantes e o turismo, apesar dos esforços do governo de Gustavo Petro.

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06/05 às 02:00

Pontos principais

  • O Parque Nacional de Tayrona e a Sierra Nevada de Santa Marta, destinos turísticos na Colômbia, são palco de violência paramilitar e do narcotráfico.
  • As Autodefesas Conquistadoras da Sierra Nevada (ACSN) extorquem comércios e aterrorizam comunidades indígenas, financiando-se com rotas de narcotráfico.
  • O presidente Gustavo Petro fechou o Parque Tayrona por mais de duas semanas devido a extorsões e ameaças contra guardas-parques.
  • A violência afeta povos indígenas como os koguis e arhuacos, que têm seu conhecimento ancestral reconhecido pela Unesco.
  • Além das ACSN, o Clã do Golfo também disputa o controle da serra, intensificando os conflitos.
  • A política de "paz total" de Petro não avançou com as ACSN, e a violência se intensificou.
  • A situação gera má reputação e afeta o número de visitantes no setor turístico da região.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Atanasio Moscote (governador do povo kogui)Gustavo Petro (presidente de esquerda)Yeiner Hernández (guarda-parque)Luis Salcedo (governador arhuaco)Norma Vera (pesquisadora)Ómar García (presidente da associação hoteleira)

Organizações

AFPAutodefesas Conquistadoras da Sierra Nevada (ACSN)UnescoFarcClã do Golfo

Lugares

Parque Nacional de TayronaColômbiaCaribeSierra Nevada de Santa MartaEstados UnidosUcrâniaIrãSanta Marta