ONU pede investigação sobre ataque mortal a escola no Irã
O escritório de direitos humanos da ONU pediu uma investigação "rápida, imparcial e minuciosa" sobre o ataque a uma escola de meninas no Irã que deixou cerca de 150 mortos, ocorrido durante bombardeios dos EUA e Israel.
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03/03 às 09:06
Pontos principais
- A ONU, através de seu escritório de direitos humanos, solicitou uma investigação sobre o ataque a uma escola de meninas no Irã.
- O ataque, que ocorreu em Minab, resultou na morte de aproximadamente 150 pessoas, a maioria estudantes.
- Ravina Shamdasani, porta-voz da ONU, descreveu o incidente como "absolutamente horrível" e destacou a destruição visível em imagens.
- O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu moderação e retomada das negociações entre as partes envolvidas.
- A escola foi atingida no primeiro dia de ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, negou que as forças americanas atacariam deliberadamente uma escola, enquanto Israel investiga o incidente.
- O embaixador do Irã na ONU em Genebra, Ali Bahreini, classificou o ataque como "injustificável" e "criminoso" em carta à ONU.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ravina Shamdasani (porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU)Volker Türk (alto comissário da ONU para os Direitos Humanos)Marco Rubio (secretário de Estado dos EUA)Ali Bahreini (embaixador do Irã na ONU em Genebra)
Organizações
Organização das Nações Unidas (ONU)Escritório de Direitos Humanos da ONUWANA
Lugares
IrãMinabGenebraOriente MédioEstados UnidosIsrael
