O efeito ICE: cresce a demanda por treinamento e porte de armas entre grupos progressistas nos EUA
Grupos progressistas nos EUA, tradicionalmente avessos a armas, estão aumentando a demanda por treinamento e porte de armas em resposta à política anti-imigratória e à violência, especialmente após incidentes envolvendo o ICE.
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02/02 às 09:32
Pontos principais
- Há uma nova tendência entre grupos progressistas nos EUA de defender o porte de armas, contrariando a aversão tradicional.
- A demanda por treinamento e licenças de armas aumentou em Minneapolis após o envio de agentes federais para caçar imigrantes.
- Assassinatos de cidadãos americanos, como Renee Good e Alex Pretti, intensificaram o movimento pela autodefesa.
- Steven Rogers, dono de uma empresa de segurança, observou que o medo do ICE e da violência generalizada impulsiona a procura por armas.
- Grupos de tiro relatam a presença crescente de progressistas buscando armas para se defender da política anti-imigratória do governo Trump.
- A tendência de aumento do interesse em armas se reflete em outras cidades democratas, alvos de batidas do Serviço de Imigração e Alfândega.
- O interesse em armas, antes associado a republicanos e homens, agora inclui um número crescente de mulheres e pessoas LGBTQIA+.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Renee GoodAlex Pretti (enfermeiro)Steven Rogers (dono de empresa de segurança)Trump
Organizações
ICE (Serviço de Imigração e Alfândega)NBCAssociação Nacional de Rifles
Lugares
EUAMinneapolis

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