Grupos progressistas nos Estados Unidos, tradicionalmente avessos a armas, estão buscando treinamento e porte de armas em resposta à política anti-imigratória e à crescente violência, especialmente após ações do ICE.
Uma mudança significativa está ocorrendo entre grupos progressistas nos Estados Unidos, que tradicionalmente se opõem ao porte de armas. Em resposta à política anti-imigratória do governo Trump e à percepção de aumento da violência, há uma crescente demanda por treinamento e licenças de armas. Este movimento foi intensificado após incidentes envolvendo o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e assassinatos de cidadãos americanos, como Renee Good e Alex Pretti, que impulsionaram a busca por autodefesa.
Empresas de segurança e grupos de tiro em diversas cidades, incluindo Minneapolis, relatam um aumento notável na procura por armas por parte de progressistas. O perfil dos interessados também se expandiu, incluindo um número crescente de mulheres e pessoas LGBTQIA+, que antes não eram associadas a esse tipo de interesse. Essa tendência reflete uma preocupação generalizada com a segurança pessoal e a necessidade de autoproteção diante de um cenário político e social cada vez mais polarizado.