Novas diretrizes ampliam o tratamento de fibromialgia pelo SUS
O Governo Federal anunciou novas diretrizes para ampliar o tratamento de fibromialgia pelo SUS, incluindo o reconhecimento da doença como deficiência e um planejamento estruturado para atendimento multidisciplinar.
|
28/02 às 11:33
Pontos principais
- A fibromialgia afeta de 2,5% a 5% da população brasileira, causando dores generalizadas, fadiga e distúrbios de sono, sendo mais comum em mulheres entre 30 e 50 anos.
- O diagnóstico da fibromialgia é clínico, baseado nos sintomas relatados pelo paciente e exame físico, sem exames específicos, e deve ser feito por um reumatologista ou em unidades de saúde primárias.
- A Lei 15.176/2025, sancionada em julho de 2025, reconhece a fibromialgia como deficiência, garantindo direitos como cotas em concursos, isenção de impostos na compra de veículos adaptados e benefícios previdenciários.
- O Ministério da Saúde implementou um planejamento estruturado para o tratamento da fibromialgia pelo SUS, visando capacitação de profissionais e abordagem multidisciplinar com fisioterapia, apoio psicológico e terapia ocupacional.
- Tratamentos não farmacológicos, como atividade física, são considerados tão importantes quanto os medicamentos para auxiliar pacientes com fibromialgia, que frequentemente desenvolvem ansiedade e depressão.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
José Eduardo Martinez (reumatologista e presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)
Organizações
Sistema Único de Saúde (SUS)Sociedade Brasileira de ReumatologiaRheumatologyNational Institutes of Health (NIH)Ministério da Saúde
Lugares
BrasilAmazônia
