Moraes cita ataques à ‘independência dos juízes’ ao defender inquérito das fake news
O ministro Alexandre de Moraes defendeu a continuidade do inquérito das fake news, argumentando que a desinformação é o principal instrumento de ataque à Justiça e às eleições, e que a investigação foi crucial para identificar uma organização criminosa visando a ruptura institucional.
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29/04 às 18:39
Pontos principais
- Alexandre de Moraes defendeu a continuidade do inquérito das fake news, classificando a desinformação como o principal ataque à Justiça e às eleições.
- O ministro afirmou que a investigação foi essencial para identificar uma organização criminosa voltada à ruptura institucional, conforme relatório sobre os atos de 8 de janeiro.
- Moraes destacou que a disseminação de notícias fraudulentas contra o Judiciário e seus membros é o maior e mais nocivo instrumento de ataque à independência dos juízes.
- O objetivo dessas ações seria desacreditar magistrados, deslegitimar o Judiciário e questionar as eleições democráticas, acompanhado de ameaças a integrantes da Corte.
- O inquérito foi ampliado para abranger ameaças, denunciações caluniosas, vazamentos de informações sigilosas e esquemas de financiamento de campanhas digitais.
- As apurações da Polícia Federal mapearam um grupo político estruturado como organização criminosa, com ataques virtuais, investidas contra o STF e TSE, questionamentos ao sistema eleitoral e tentativa de golpe de Estado.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Alexandre de Moraes (ministro do Supremo Tribunal Federal)
Organizações
Supremo Tribunal Federal (STF)Tribunal Superior Eleitoral (TSE)Polícia Federal

