Militares dos EUA deixarão de ser obrigados a tomar vacina da gripe, diz secretário
O Pentágono anunciou que militares dos EUA não serão mais obrigados a tomar a vacina contra a gripe, alinhando-se à política do governo Trump de reduzir exigências federais de vacinação.
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21/04 às 16:50
Pontos principais
- O Pentágono não exigirá mais a vacina contra a gripe para membros das Forças Armadas dos EUA, conforme anunciado pelo secretário de Defesa Pete Hegseth.
- Hegseth justificou a decisão como uma forma de descartar obrigatoriedades "absurdas e exageradas" que enfraquecem as capacidades de combate.
- A medida faz parte de um movimento mais amplo do governo Donald Trump para reduzir as recomendações federais de vacinas.
- A obrigatoriedade da vacina contra a Covid-19 para militares foi revogada em 2023, após ter sido imposta pelo ex-presidente Joe Biden.
- Milhares de militares foram dispensados por se recusarem a tomar a vacina contra a Covid-19.
- A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a vacina contra a gripe para pessoas a partir de 6 meses de idade.
- A nova política permite que os militares que desejarem tomar a vacina o façam, mas sem obrigatoriedade.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Pete Hegseth (secretário de Defesa dos EUA)Donald Trump (presidente dos Estados Unidos)Joe Biden (ex-presidente)
Organizações
PentágonoForças Armadas dos Estados UnidosOrganização Mundial da Saúde (OMS)SanofiCSL SeqirusGSKAstraZeneca
Lugares
Estados Unidos

