Messias diz que STF não deve ser 'Procon da política', mas também 'não pode ser omisso'
Durante sua sabatina no Senado para o STF, Jorge Messias defendeu que a Corte não deve ser o "Procon da política", mas também não pode ser omissa, alertando sobre os perigos do ativismo judicial para a separação de poderes.
|
29/04 às 11:08
Pontos principais
- Jorge Messias, advogado-geral da União, passou por sabatina no Senado para sua indicação ao cargo de ministro do STF.
- Ele afirmou que o STF não deve ser o "Procon da política", mas também não pode ser omisso diante dos desafios políticos.
- Messias criticou o ativismo judicial, considerando-o uma ameaça ao princípio da separação de poderes.
- O jurista defendeu que o poder soberano é exercido pelo povo através do Legislativo e Executivo, não pelo Judiciário.
- Messias é o atual ministro da AGU e foi indicado por Lula para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso.
- Após a sabatina, a indicação de Messias precisa ser aprovada pela CCJ e pelo plenário do Senado para ser efetivada.
- Ele é formado em Direito pela UFPE, possui mestrado e doutorado pela UnB e ocupou diversos cargos estratégicos no governo.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Jorge Messias (advogado-geral da União)Weverton Rocha (senador)Luís Roberto BarrosoLula (presidente da República)
Organizações
Supremo Tribunal Federal (STF)SenadoAdvocacia-Geral da União (AGU)Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)Partido Democrático Trabalhista (PDT)Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)Universidade de Brasília (UnB)Ministério da EducaçãoMinistério da Ciência, Tecnologia e InovaçãoBanco CentralBanco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
Lugares
BrasilPernambucoRecife

