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Mesmo com corte na Selic, mercado ainda ficará de olho em inflação e conflito no Irã

O Copom cortou a Selic para 14,50% ao ano, marcando o segundo corte consecutivo, mas o mercado permanece atento à inflação e ao conflito no Irã, gerando incertezas apesar do ciclo de flexibilização monetária.

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29/04 às 20:53

Pontos principais

  • O Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p. para 14,50% ao ano, o segundo corte consecutivo em 2026.
  • Apesar do corte, o mercado deve analisar o comunicado do Copom e suas implicações na próxima sessão.
  • Luiz Arthur Hotz Fioreze (Oryx Capital) vê o movimento como início de flexibilização, mas com incertezas significativas.
  • A redução da Selic melhora o ambiente de negócios para ações, incentivando investimentos e beneficiando empresas com fluxos de caixa previsíveis.
  • Carlos Lopes (banco BV) acredita que o Copom continuará com cortes graduais de 25 pontos, encerrando o ano em 12,5% ao ano.
  • A desancoragem das expectativas de inflação é um sinal de alerta, pois pressões inflacionárias exigem juros mais altos, limitando novos cortes.
  • Riscos externos, como o conflito no Oriente Médio e seus impactos nas commodities, contribuem para o cenário de incertezas, segundo Raphael Vieira (Arton Advisors).

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Luiz Arthur Hotz Fioreze (diretor de portfólio da Oryx Capital)Carlos Lopes (economista do banco BV)Raphael Vieira (head de Investimentos da Arton Advisors)

Organizações

Comitê de Política Monetária (Copom)Banco CentralOryx Capitalbanco BVArton Advisors

Lugares

IrãOriente Médio