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Mãos queimadas e trabalho infantil: desafios da produção artesanal da castanha de caju no Rio Grande do Norte

A produção artesanal de castanha de caju no Rio Grande do Norte enfrenta desafios como mãos queimadas e a persistência do trabalho infantil, apesar de ser uma importante fonte de renda para pequenos produtores.

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12/03 às 03:00

Pontos principais

  • A produção artesanal de castanha de caju no Rio Grande do Norte é vital para a renda de pequenos produtores, especialmente na entressafra de outras culturas.
  • Trabalhadores enfrentam riscos como queimaduras nas mãos devido ao Líquido da Casca da Castanha de Caju (LCC), que é corrosivo.
  • O trabalho infantil ainda é uma realidade, com flagrantes recentes de adolescentes com mãos machucadas, apesar de não ter sido observado durante a reportagem atual.
  • Auditora do trabalho, Marinalva Dantas, destaca que o trabalho infantil ocorre no âmbito familiar, prejudicando o desempenho escolar das crianças.
  • A história de Sebastiana e Damião Raimundo ilustra como a castanha transformou suas vidas, permitindo a construção de uma casa e a educação das filhas.
  • O Rio Grande do Norte é o terceiro maior produtor de castanha de caju no Brasil, atrás do Ceará e Piauí.
  • A comunidade indígena Amarelão beneficia 42 toneladas de castanha por semana, com o processo de torra, cozimento e quebra para retirada da amêndoa.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Sebastiana de Souza RaimundoDamião RaimundoKaliane (professora)Kainara (técnica de enfermagem)Marinalva Dantas (auditora do trabalho)

Organizações

Globo RuralProfissão Repórter

Lugares

Rio Grande do NorteNordesteCearáPiauíAmarelão (comunidade indígena)João Câmara (município)