Justiça proíbe venda de área ambiental no DF para salvar BRB
A Justiça do Distrito Federal proibiu a venda de uma área ambiental na Serrinha do Paranoá, proposta pelo GDF para cobrir o rombo financeiro do BRB, decorrente de fraudes envolvendo o Banco Master, sob pena de multa de R$ 500 milhões.
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23/03 às 17:43
Pontos principais
- A Justiça do DF proibiu o governo local de vender uma área ambiental na Serrinha do Paranoá para cobrir prejuízos do BRB.
- A decisão do TJDFT apontou risco de subavaliação da área, que foi avaliada como terra rural, mais barata que urbana.
- A Serrinha do Paranoá é um extenso trecho de cerrado nativo com 119 minas d'água, essencial para o abastecimento do Lago Paranoá.
- Ambientalistas e moradores criticam a proposta do GDF de usar a área como garantia para salvar o BRB.
- O BRB enfrenta crise de liquidez devido à compra bilionária de carteiras de crédito e ativos de baixa liquidez do Banco Master, sob investigação da Polícia Federal.
- O governador Ibaneis Rocha propôs usar imóveis públicos, incluindo a Serrinha, para cobrir o prejuízo de R$ 2,2 bilhões.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Carlos Frederico de Medeiros (juiz da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do TJDFT)Ibaneis Rocha (governador do Distrito Federal)
Organizações
Banco de Brasília (BRB)Banco MasterTribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT)Câmara LegislativaPolícia Federal
Lugares
Distrito Federal (DF)Serrinha do ParanoáVarjãoParanoáLago Paranoá

