Itália estuda retomar energia nuclear após 40 anos
O governo da primeira-ministra italiana Giorgia Meloni estuda a retomada da energia nuclear, quase 40 anos após o fechamento do último reator, buscando soluções para os altos custos de energia e a dependência de gás importado.
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15/03 às 11:11
Pontos principais
- A Itália, sob o governo de Giorgia Meloni, planeja retomar a energia nuclear após 40 anos, visando reduzir a dependência de gás importado e os altos custos de energia.
- Autoridades italianas estão consultando especialistas e visitando países como Canadá e França para avaliar tecnologias e modelos de indústria nuclear.
- O ministro da Energia, Gilberto Pichetto Fratin, defende a retomada do programa nuclear o mais rápido possível, desde que seja seguro e economicamente viável.
- A tarefa é complexa devido à oposição histórica da população e aos desafios de custo, tempo de construção e gestão de resíduos.
- Um novo marco legal foi aprovado em 2025, e empresas italianas como Enel SpA, Ansaldo Energia SpA e Leonardo SpA criaram a Nuclitalia para pesquisa e desenvolvimento.
- O interesse se estende a grandes usinas e pequenos reatores modulares, com opções de tecnologia de países como França, EUA (Westinghouse), Coreia do Sul e Canadá.
- A iniciativa italiana se alinha a uma revisão mais ampla da política nuclear na União Europeia, com outros países como a Polônia também buscando desenvolver a indústria nuclear.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Giorgia Meloni (primeira-ministra)Gilberto Pichetto Fratin (ministro da Energia)Donald Trump (presidente)
Organizações
NuclitaliaEnel SpAAnsaldo Energia SpALeonardo SpAWestinghouseKorea Hydro & Nuclear PowerUnião Europeia
Lugares
ItáliaCanadáFrançaCoreia do SulEstados UnidosEuropaRússiaUcrâniaIrãJapãoReino UnidoPolôniaRepública TchecaFukushima
