Israelense Casterra mira expansão da mamona para biocombustíveis no Brasil
A empresa israelense Casterra planeja expandir o cultivo de mamona no Brasil para produção de biocombustíveis, visando 200.000 hectares nos próximos cinco anos e investindo em marketing, suporte agronômico e produção de sementes.
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24/04 às 17:16
Pontos principais
- A Casterra, empresa israelense, busca expandir o cultivo de mamona no Brasil para uso em biocombustíveis.
- O objetivo é atingir 200.000 hectares plantados nos próximos cinco anos, podendo chegar a 1 milhão de hectares em dez anos.
- O Brasil é um grande produtor de biocombustíveis, mas a produção de mamona é pequena comparada a outras commodities.
- Testes de campo comerciais bem-sucedidos foram realizados na Bahia, com plantações de 74 hectares.
- A Casterra planeja investir entre US$5 milhões e US$10 milhões em marketing, suporte agronômico e uma unidade de produção de sementes.
- A empresa busca que agricultores cultivem mamona na safrinha, com foco em 2027.
- Pesquisas para melhorar a qualidade da safra e a capacidade de colheita estão em andamento, em parceria com uma empresa italiana.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ofer Haviv (CEO e presidente do conselho da Casterra)Oliver Griffin
Organizações
CasterraReutersConabEvogene
Lugares
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