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Irã acusa 'mercenários dos EUA e de Israel' de participar de protestos contra o governo Khamenei
O governo iraniano acusa mercenários dos EUA e Israel de participarem dos maiores protestos contra o regime de Ali Khamenei, motivados por crise econômica, com repressão violenta e tensões internacionais crescentes.
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09/01 às 12:12
Pontos principais
- Protestos no Irã, os maiores desde 2009, espalharam-se por 25 províncias, exigindo renúncia de Khamenei.
- Governo acusa EUA e Israel de enviarem mercenários para incêndios em santuários, bancos e mesquitas em Dezful.
- Crise econômica detonou atos: rial perdeu metade do valor, inflação acima de 40%.
- Khamenei chama manifestantes de vândalos, promete não recuar e critica Trump.
- Mais de 40 mortos, incluindo forças de segurança; repressão inclui apagão de internet.
- Trump ameaça 'atingir duramente' Irã se houver mortes de manifestantes.
- Autoridades pedem denúncias de 'terroristas' e intensificam prisões.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ali KhameneiDonald TrumpMasoud Pezeshkian
Organizações
TasnimCorpo de Guardiões da Revolução IslâmicaMinistério da Inteligência iranianoAFPIran Human RightsNetblocks
Lugares
IrãTeerãDezful
