Inflação na Argentina fica em 2,9% em fevereiro, maior nível em quase um ano
A inflação na Argentina atingiu 2,9% em fevereiro, o maior nível em quase um ano, em meio a um forte ajuste econômico e desafios políticos enfrentados pelo governo de Javier Milei, que buscou apoio dos EUA e do FMI.
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12/03 às 16:14
Pontos principais
- A inflação na Argentina foi de 2,9% em fevereiro, mantendo o maior patamar em quase um ano, com o índice acumulado em 12 meses chegando a 33,1%.
- O governo de Javier Milei implementou um forte ajuste econômico, paralisando obras federais e retirando subsídios, o que levou a um aumento expressivo nos preços ao consumidor.
- O país enfrentou uma crise política no terceiro trimestre de 2025, após um escândalo envolvendo Karina Milei e uma derrota nas eleições da província de Buenos Aires, impactando o mercado e o peso argentino.
- A volatilidade do mercado diminuiu após o governo dos EUA, sob Donald Trump, anunciar apoio financeiro à Argentina, incluindo um acordo de swap cambial de US$ 20 bilhões.
- Javier Milei obteve uma vitória nas eleições de meio de mandato, o que ajudou a conter a disparada do dólar e pode garantir a continuidade das reformas.
- Um acordo de US$ 20 bilhões em empréstimos foi alcançado com o FMI, e o Banco Central da Argentina reduziu os controles cambiais, buscando estabilizar a inflação e atrair investimentos.
- Medidas econômicas foram lançadas para injetar dólares no país, incluindo a flexibilização do uso de dólares
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Javier Milei (presidente da Argentina)Karina Milei (secretária-geral da Presidência)Donald Trump (presidente dos EUA)Pablo Quirno (secretário de Finanças)
Organizações
Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec)Fundo Monetário Internacional (FMI)Banco Central da Argentina
Lugares
ArgentinaBuenos AiresEstados Unidos
