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"Eu não dou a mínima": Jeffries defende comentário de "guerra máxima" em meio a críticas do Partido Republicano

O líder da minoria na Câmara, Hakeem Jeffries, defendeu veementemente seu uso da frase "guerra máxima" para descrever os esforços de redesenho distrital dos Democratas, apesar das críticas dos Republicanos que associam a retórica à violência política.

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27/04 às 18:04

Pontos principais

  • Hakeem Jeffries defendeu o uso da frase "guerra máxima" para descrever os esforços de redesenho distrital dos Democratas.
  • Republicanos criticaram a declaração, alegando que ela incita a violência política, especialmente após um tiroteio no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca.
  • Jeffries usou a frase após a Virgínia aprovar um novo mapa que pode dar aos Democratas uma maioria de 10-1.
  • Ele afirmou que a frase se originou de uma fonte próxima ao Presidente Trump em uma história do New York Times.
  • Jeffries rejeitou as críticas dos Republicanos, chamando-os de "falsos" e dizendo "não dou a mínima".
  • Deputados republicanos como Andrew Clyde e Randy Fine acusaram Jeffries de incitar ressentimento partidário.
  • Jeffries condenou repetidamente o tiroteio e atos de violência política, afirmando que são "inaceitáveis".

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Hakeem Jeffries (Líder da Minoria na Câmara)Donald Trump (Presidente)Andrew Clyde (Deputado Republicano)Randy Fine (Deputado Republicano)

Organizações

Partido Democrata (D-N.Y.)Partido Republicano (GOP)The New York TimesAxios

Lugares

VirgíniaEstados Unidos