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Grupo ligado ao Irã reivindica ciberataque a empresa de tecnologia médica dos EUA e diz que foi resposta a ataque em escola

Um grupo de hackers ligado ao Irã, Handala, reivindicou um ciberataque em larga escala contra a empresa americana de tecnologia médica Stryker, destruindo sistemas e extraindo dados, em retaliação a um ataque militar no Irã.

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11/03 às 16:44

Pontos principais

  • O grupo de hackers Handala, ligado ao Irã, reivindicou um ciberataque contra a gigante americana Stryker.
  • O ataque destruiu mais de 200 mil sistemas e extraiu 50 terabytes de dados, afetando escritórios em 79 países.
  • O Handala afirmou que o ciberataque foi uma resposta a um "ataque brutal à escola de Minab", que resultou em 150 mortes.
  • A Stryker reportou uma "interrupção global da rede" em seu ambiente Microsoft, mas acredita que o incidente está contido.
  • O grupo Handala já havia reivindicado ciberataques contra empresas israelenses e do Golfo Pérsico, especialmente após o início da guerra no Irã.
  • A empresa israelense Check Point e o Google Threat Intelligence rastreiam o Handala, conhecido por suas táticas de hackeamento, vazamento de dados e doxxing.
  • O Handala também anunciou um ataque contra a Verifone, empresa de pagamentos eletrônicos.

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