Governo Lula resiste a socorro ao BRB após perdas ligadas ao Banco Master
O governo Lula resiste em oferecer socorro financeiro ao BRB, banco estatal do Distrito Federal, após perdas significativas ligadas ao Banco Master, em meio a tensões políticas e a uma eleição presidencial iminente.
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03/03 às 14:57
Pontos principais
- O governo Lula tem pouca disposição para intervir na crise do BRB, apesar do monitoramento da situação.
- Ministério da Fazenda não autorizou Banco do Brasil e Caixa a negociar ou analisar os números do BRB.
- A resistência do governo é influenciada pela rivalidade política entre Lula e o governador do DF, Ibaneis Rocha, aliado de Bolsonaro.
- O BRB enfrenta um déficit de capital estimado em R$ 5 bilhões devido a operações com o Banco Master, que colapsou.
- O governo do DF propôs transferência de ativos e aumento de capital, mas o processo é lento e depende de aprovação legislativa.
- Uma assembleia de acionistas está marcada para 18 de março para deliberar sobre o aumento de capital, com prazo até 31 de março para equacionar o déficit.
- Há preocupações dentro do governo sobre a não intervenção, mas figuras como Gleisi Hoffmann se opõem veementemente a qualquer ajuda federal.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Ibaneis Rocha (governador do Distrito Federal)Jair Bolsonaro (ex-presidente)Ailton de Aquino (diretor de Supervisão do Banco Central)Gleisi Hoffmann (ministra da Secretaria de Relações Institucionais)
Organizações
BRBBanco MasterBanco do BrasilCaixa Econômica FederalMinistério da FazendaBanco CentralPolícia FederalCâmara Legislativa do Distrito FederalSecretaria de Relações InstitucionaisCentrão
Lugares
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