Goldman vê maior volatilidade com eleições, mas fundamentos limitam queda do real
O Goldman Sachs avalia que, apesar da volatilidade cambial provocada pelo cenário eleitoral brasileiro, os fundamentos econômicos externos continuam a limitar uma desvalorização acentuada do real.
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14/05 às 15:52
Pontos principais
- O dólar superou R$ 5 após reportagem ligar o senador Flávio Bolsonaro ao ex-dono do banco Master, Daniel Vorcaro.
- O Goldman Sachs aponta que a valorização do real em 2026 foi sustentada por juros altos, apetite global por risco e termos de troca favoráveis.
- O componente doméstico de risco político voltou a pesar no câmbio, com impacto estimado de depreciação de 1,1%.
- A instituição espera um aumento da volatilidade cambial à medida que a eleição de outubro se aproxima.
- Apesar do ruído político, o banco projeta apenas uma depreciação moderada da moeda brasileira, desde que o cenário externo permaneça favorável.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Flávio Bolsonaro (senador)Daniel Vorcaro (ex-dono do banco Master)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)
Organizações
Goldman SachsIntercept BrasilBanco Master
Lugares
Brasil

