Gilmar Mendes leva para sessão presencial decisão sobre quebra de sigilo que alcançou ‘Lulinha’
O ministro Gilmar Mendes pediu destaque em um julgamento virtual do STF, levando para sessão presencial a decisão sobre a anulação de quebras de sigilo que beneficiaram Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no âmbito da CPMI do INSS.
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13/03 às 11:07
Pontos principais
- O ministro Flávio Dino votou para manter a anulação de quebras de sigilo da CPMI do INSS que beneficiaram Lulinha.
- Gilmar Mendes pediu destaque, interrompendo o julgamento virtual e transferindo o caso para uma sessão presencial no STF.
- O caso estava sendo analisado por 10 ministros no plenário virtual, e os votos seriam inseridos até a próxima sexta-feira (20).
- A defesa da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, acionou o Supremo, levando à suspensão inicial das quebras de sigilo dela e, posteriormente, à invalidação da votação conjunta de requerimentos que beneficiou Lulinha.
- Dados de Fábio Luís já haviam sido entregues à CPMI, mas a decisão de Dino impede seu uso no relatório final.
- Lulinha foi alvo de oposição após mensagens entre Antônio Carlos Camilo Antunes (Careca do INSS) e Roberta Luchsinger sugerirem repasse de dinheiro ao "filho do rapaz".
- A Polícia Federal, em 2025, afirmou não haver indícios diretos do envolvimento de Lulinha nas fraudes do INSS.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Gilmar Mendes (ministro do STF)Flávio Dino (ministro do STF)Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha)Luís Roberto Barroso (ministro aposentado do STF)Roberta Luchsinger (empresária)Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (presidente)Antônio Carlos Camilo Antunes (Careca do INSS)André Mendonça (ministro do STF)
Organizações
Supremo Tribunal Federal (STF)CPMI do INSSPolícia Federal (PF)
