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Galípolo: Brasil está mais preparado para volatilidade do petróleo

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, avalia que o Brasil está mais preparado que outros países para enfrentar a volatilidade do preço do petróleo devido à guerra no Oriente Médio, graças à sua posição de exportador de petróleo e à política monetária contracionista.

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30/03 às 12:56

Pontos principais

  • Gabriel Galípolo afirmou que o Brasil está em uma posição mais favorável para lidar com a volatilidade do petróleo em comparação com outros países.
  • A vantagem brasileira se deve ao fato de o país ser exportador líquido de petróleo e à política monetária contracionista do Banco Central, com a taxa Selic em 14,75% ao ano.
  • Galípolo destacou que o nível elevado de juros no Brasil criou uma "gordura" que permite cortar a taxa básica mesmo sob pressão da guerra no Oriente Médio.
  • Ele comparou o país a um "transatlântico", indicando que não fará movimentos bruscos na política monetária.
  • A volatilidade do petróleo deve implicar aumento da inflação e desaceleração da economia brasileira em 2026.
  • Galípolo ressaltou que a atual elevação do preço do petróleo é um choque de oferta, não de demanda, o que pode levar a "inflação para cima e crescimento para baixo".

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Gabriel Galípolo (presidente do Banco Central)

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