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Fundos de crédito e previdência devem sofrer mais com debêntures de Raízen e GPA

As recuperações extrajudiciais de Raízen e GPA devem impactar negativamente fundos de crédito privado e previdência que detêm debêntures dessas empresas, evidenciando os riscos do investimento em crédito privado.

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12/03 às 05:00

Pontos principais

  • As recuperações extrajudiciais de Raízen (R$ 65,2 bilhões) e GPA (R$ 4,5 bilhões) causarão prejuízos a diversos fundos de investimento.
  • Fundos de crédito privado, debêntures incentivadas e previdência são os mais expostos, conforme levantamento da Elos Ayta Consultoria.
  • O levantamento baseia-se nas carteiras divulgadas até o fim de novembro do ano anterior, e as posições podem ter sido alteradas.
  • A Raízen, antes vista como de baixo risco, tem as maiores posições em debêntures, superando o GPA, que já enfrentava dificuldades financeiras.
  • Fundos como Itaú Flexprev High Yield II Mult Créd Priv e Az Quest Valore RF Cred Priv estão entre os mais expostos às debêntures de Raízen e GPA, respectivamente.
  • A expectativa é que os fundos atualizem o valor desses papéis, que podem valer cerca de 40% (Raízen) e 20% (GPA) do valor de face.
  • Os eventos reforçam os riscos do crédito privado, que oferece maiores rendimentos devido ao risco, mas o impacto negativo é diluído pela diversificação das carteiras.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Einar Rivero (sócio fundador da Elos Ayta Consultoria)

Organizações

RaízenGPAPão de AçúcarElos Ayta ConsultoriaItau Unibanco AssetBB GestaoAbsolute Dhama GestãoAbsolute Crédito GestãoAz QuestSPX GestãoLegacy CapitalJgp GestãoVinland Capital