Fundos de ações rendem até 50% a mais que a Bolsa em 2026; o que ver antes de entrar?
Fundos de ações superam o Ibovespa em 2026 com ganhos de até 50%, impulsionados por investidores estrangeiros e o cenário macroeconômico favorável, mas exigem cuidados como diversificação e análise do perfil de risco.
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22/04 às 07:44
Pontos principais
- Fundos de ações superam o Ibovespa em 2026, com alguns tipos rendendo até 50% a mais, como os FMP-FGTS e mono ações de Petrobras.
- A entrada de investidores estrangeiros, que já soma R$ 68,5 bilhões em 2026, é um fator chave para o desempenho positivo da bolsa e dos fundos.
- Apesar dos ganhos, há saques líquidos nos fundos de ações em geral, enquanto os estrangeiros dominam 61% do volume negociado na B3.
- O cenário macroeconômico favorável, com realocação de capital internacional para o Brasil, contribui para a alta da renda variável.
- Especialistas recomendam considerar o horizonte de investimento, perfil de risco e diversificação antes de investir em fundos de ações.
- Fundos passivos e ativos têm desempenhos variados, com a gestão ativa mostrando valor em horizontes de longo prazo.
- É crucial não confundir retorno passado com previsibilidade futura e focar em empresas com geração de caixa sólida e menor dependência de financiamento.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Fabiano Cintra (head da área de Análise de fundos da XP)Marcelo Boragini (sócio e especialista em renda variável da Davos Investimentos)Eduardo B. Marocke (head de Fundos de Investimento, Previdência e Alternativos da Faz Capital)Gustavo Assis (CEO da Asset Bank)
Organizações
XPPetrobras (PETR4)Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)B3Davos InvestimentosFaz CapitalReal Investor AssetAsset Bank
Lugares
Estados UnidosBrasil

