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Ex-CEO do Goldman Sachs diz que programas de diversidade são “contraproducentes”

O ex-CEO do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, criticou programas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) como "contraproducentes", enquanto muitas empresas, influenciadas por decisões políticas e legais, reduzem ou eliminam essas iniciativas, embora algumas, como Apple e Costco, as mantenham.

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16/03 às 05:00

Pontos principais

  • O assassinato de George Floyd em 2020 impulsionou movimentos por justiça racial e iniciativas de DEI em empresas.
  • A decisão da Suprema Corte de 2023 contra ações afirmativas e uma ordem executiva "anti-woke" do presidente Donald Trump esfriaram os esforços de DEI.
  • Lloyd Blankfein, ex-CEO do Goldman Sachs, considera os programas de DEI "contraproducentes", afirmando que rotulam as pessoas que deles participam.
  • O Goldman Sachs removeu critérios de diversidade para seu conselho e linguagem inclusiva de seu site, citando mudanças no ambiente jurídico.
  • Empresas como Target, Walmart e Pepsi reduziram seus programas de DEI, enquanto Apple, Costco, Delta e Cisco mantêm ou reforçam suas iniciativas.
  • Os programas modernos de DEI têm origem na Lei dos Direitos Civis dos EUA de 1964 e se expandiram para incluir gênero, etnia, religião e comunidade LGBTQ.
  • Blankfein sugere que programas de avanço de carreira e educação para todos seriam mais eficazes do que os programas de DEI específicos.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

George FloydDonald Trump (presidente)Lloyd Blankfein (ex-CEO do Goldman Sachs)

Organizações

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Lugares

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