EUA investigam 60 países por omissão no combate ao trabalho escravo
Os Estados Unidos, através do Ustr, estão investigando 60 países, incluindo o Brasil, para verificar se as medidas contra a exportação de produtos feitos com trabalho forçado são suficientes, visando combater a concorrência desleal e proteger empresas americanas.
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13/03 às 11:56
Pontos principais
- O Escritório do Representante Comercial dos EUA (Ustr) investigará 60 países, incluindo o Brasil, sobre a eficácia de suas medidas contra a exportação de bens produzidos com trabalho forçado.
- A iniciativa visa combater a concorrência desleal e proteger empresas e trabalhadores americanos, não primariamente violações de direitos humanos.
- Entre os países investigados estão grandes parceiros comerciais dos EUA, como China, União Europeia, México e vários países da América Latina.
- A Ustr, vinculada ao gabinete do presidente dos EUA, utilizará a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 para conduzir as investigações.
- Caso um país seja considerado omisso, a Casa Branca poderá aplicar tarifas punitivas ou restrições comerciais.
- Autoridades dos 60 países foram notificadas, e audiências públicas estão agendadas para 28 de abril de 2026.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Jamieson Greer (representante de Comércio dos Estados Unidos)
Organizações
Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr)Agência BrasilVolkswagenMinistério do Trabalho e Emprego (MTE)Ministério Público do Trabalho (MPT)União EuropeiaCasa Branca
Lugares
Estados UnidosBrasilChinaMéxicoCanadáIsraelReino UnidoEmirados ÁrabesAmérica LatinaArgentinaColômbiaCosta RicaEquadorEl SalvadorGuatemalaGuianaNicaráguaPeruUruguaiVenezuela
