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EUA abrem investigação contra 60 países sobre trabalho forçado, incluindo Brasil

Os EUA, sob a administração Trump, iniciaram investigações contra 60 países, incluindo o Brasil, por falhas na adoção de medidas contra o trabalho forçado, buscando restabelecer a pressão tarifária após uma decisão da Suprema Corte.

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13/03 às 07:40

Pontos principais

  • O Representante de Comércio dos EUA abriu investigações da Seção 301 contra 60 economias, incluindo o Brasil, por práticas comerciais desleais relacionadas ao trabalho forçado.
  • A administração Trump busca restabelecer a pressão tarifária global após a Suprema Corte dos EUA considerar suas tarifas anteriores ilegais.
  • As investigações determinarão se governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
  • A lista de países investigados inclui importantes parceiros comerciais e aliados dos EUA, como Austrália, Canadá, UE, Reino Unido, Índia, além de China e Rússia.
  • Taiwan, também na lista, expressou compromisso com a melhoria dos direitos trabalhistas e a prevenção do trabalho forçado.
  • Os EUA já impuseram tarifas temporárias e investigam o excesso de capacidade industrial em 16 parceiros comerciais.
  • O representante comercial Jamieson Greer espera concluir as investigações e propor soluções antes que as tarifas temporárias de Trump expirem em julho.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Donald Trump (presidente dos EUA)Jamieson Greer (representante comercial dos EUA)Joe Biden (ex-presidente)

Organizações

Representante de Comércio dos Estados UnidosSuprema Corte dos EUAUnião Europeia

Lugares

Estados UnidosBrasilAustráliaCanadáReino UnidoIsraelÍndiaCatarArábia SauditaChinaRússiaTaiwanXinjiang