Estudar no exterior: o que você aprende em uma experiência executiva internacional?
Cursos executivos internacionais vão além do conhecimento técnico, desenvolvendo soft skills e ampliando a visão de mundo, com 76% dos profissionais relatando impacto direto na carreira, segundo pesquisa da GMAC.
|
08/05 às 16:30
Pontos principais
- Experiências executivas internacionais são cruciais para o desenvolvimento de soft skills, networking e adaptabilidade no mercado de trabalho.
- Pesquisa da GMAC indica que 76% dos profissionais que investem em educação internacional veem impacto direto na evolução da carreira.
- Renata Filardi (ABRH-RJ) destaca que esses cursos ampliam a visão de mundo, desenvolvem inteligência cultural e a capacidade de atuar em ambientes diversos.
- Deborah Bottura (Tryvea) afirma que mesmo cursos de curta duração podem gerar insights valiosos e impactar a forma de se comunicar e estruturar ideias.
- Cauê Oliveira (GPTW Brasil) enfatiza a importância do protagonismo profissional na escolha do curso, alinhando-o aos objetivos de carreira e desafios do mercado.
- Especialistas recomendam focar em cursos que desenvolvam competências para a próxima etapa da carreira, evitando apenas o acúmulo de certificados.
- É fundamental traduzir os aprendizados e competências desenvolvidas em experiências internacionais para currículos, LinkedIn e entrevistas, mostrando o impacto real no trabalho.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Renata Filardi (presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro - ABRH-RJ)Deborah Bottura (sócia da Tryvea)Cauê Oliveira (diretor de Educação Corporativa do GPTW Brasil)
Organizações
The Graduate Management Admission Council (GMAC)Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ)TryveaGPTW BrasilInfoMoney
Lugares
Brasil

