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Entregador ‘não é empreendedor, é escravo’, diz ministro sobre regulação de apps

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu a regulamentação do trabalho por aplicativos, classificando a falta de regras como uma forma de "escravidão do trabalho" e propondo uma remuneração mínima para entregadores e motoristas.

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27/03 às 21:55

Pontos principais

  • O ministro Luiz Marinho defendeu a regulamentação do trabalho por aplicativos, criticando a falta de regras e a exploração dos trabalhadores.
  • Marinho afirmou que entregadores e motoristas de aplicativos não são empreendedores, mas sim "escravos do trabalho" devido às condições exaustivas.
  • A regulamentação, que já tramita na Câmara, busca estabelecer regras como taxa mínima de remuneração por entrega e por quilômetro rodado.
  • A proposta do governo federal inclui uma taxa mínima de R$ 10 por entrega e R$ 2,50 por quilômetro rodado para corridas acima de 4 km.
  • As plataformas digitais se opõem à regulamentação, defendendo o modelo de trabalho autônomo e a inviabilidade econômica das propostas.
  • O ministro argumenta que a regulamentação trará segurança jurídica e condições mínimas de trabalho, remuneração e qualificação para os trabalhadores.
  • O tema ainda enfrenta divergências no parlamento, especialmente sobre remuneração mínima, contribuição previdenciária e o nível de intervenção estatal.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Luiz Marinho (ministro do Trabalho e Emprego)

Organizações

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Lugares

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