Endividamento bate recorde e atinge 49,9% das famílias e pressiona agenda de Lula
O endividamento das famílias brasileiras atingiu um recorde de 49,9% da renda em fevereiro de 2026, pressionando a agenda econômica do governo Lula, que estuda uma nova versão do programa Desenrola para renegociação de dívidas, incluindo o uso de recursos do FGTS.
|
27/04 às 09:56
Pontos principais
- O endividamento das famílias brasileiras alcançou 49,9% da renda em fevereiro de 2026, o maior nível da série histórica do Banco Central.
- O comprometimento da renda com dívidas atingiu 29,7%, com 10,63% da renda destinada apenas ao pagamento de juros.
- O cartão de crédito rotativo se destaca com uma taxa média de 428,3% ao ano, mesmo com o volume concedido em expansão.
- O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prioriza o combate ao endividamento e estuda uma nova versão do programa Desenrola (Desenrola 2.0).
- A proposta do Desenrola 2.0 prevê o uso de recursos do FGTS para facilitar acordos e restringir o acesso a linhas de crédito mais caras.
- O alto endividamento limita o consumo e a recuperação financeira das famílias, aumentando o risco de inadimplência.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Organizações
Banco CentralGoverno Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

