Efeito secundário de alta de petróleo exige BC mais vigilante, diz Galípolo
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, destacou a necessidade de maior vigilância da autoridade monetária diante dos efeitos secundários da alta do petróleo causados por conflitos geopolíticos.
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13/05 às 10:15
Pontos principais
- Gabriel Galípolo alertou para os riscos inflacionários decorrentes de choques externos.
- A alta do preço do petróleo no mercado internacional é o principal fator de preocupação atual.
- O Banco Central deve manter uma postura vigilante para conter impactos secundários na economia brasileira.
- Conflitos no Oriente Médio foram citados como o gatilho para a instabilidade nos preços globais.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Gabriel Galípolo (Presidente do Banco Central)
Organizações
Banco Central
Lugares
Oriente Médio

