Disparada do petróleo: Haddad defende evitar 'decisões açodadas', mas diz que BC é autônomo sobre juros
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu cautela nas decisões econômicas diante da alta do petróleo, mas reiterou a autonomia do Banco Central sobre a taxa de juros, que pode ser afetada pela inflação e pela guerra no Oriente Médio.
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10/03 às 10:15
Pontos principais
- Fernando Haddad defende evitar "decisões açodadas" devido à disparada do preço do petróleo, que pode impactar a inflação.
- O ministro ressaltou a autonomia do Banco Central na definição da taxa de juros, que atualmente está em 15% ao ano.
- A alta do petróleo é influenciada pela guerra no Oriente Médio e pela expectativa de um fim rápido do conflito, segundo Donald Trump.
- A guerra no Oriente Médio, com ataques dos EUA e Israel ao Irã, pressiona os preços do petróleo e do dólar, podendo elevar combustíveis e energia no Brasil.
- Economistas alertam que a "mudança de preços relativos" pode contaminar as projeções de inflação e limitar os cortes na taxa Selic.
- O Copom do Banco Central toma decisões de juros olhando para o futuro, com impacto pleno na economia em 6 a 18 meses.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Fernando Haddad (ministro da Fazenda)Donald Trump (presidente)
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Banco CentralCopomG1
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