Desemprego sobe a 6,1% no trimestre até março, mas mantém mínima histórica para o período
A taxa de desocupação no Brasil subiu para 6,1% no primeiro trimestre de 2026, atingindo a mínima histórica para o período, apesar do aumento no número de pessoas sem trabalho no curto prazo e da recuperação em comparação anual.
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30/04 às 09:00
Pontos principais
- A taxa de desocupação no Brasil foi de 6,1% no trimestre encerrado em março de 2026, a menor para o período desde 2012.
- O número de pessoas desocupadas aumentou 19,6% em relação ao trimestre anterior, totalizando 6,6 milhões, mas caiu 13% na comparação anual.
- O total de ocupados somou 102 milhões, com recuo de 1,0% no trimestre, mas avanço de 1,5% em relação ao ano anterior.
- A coordenadora do IBGE, Adriana Beringuy, explica que a variação é típica do início do ano, com ajustes em setores como comércio e educação.
- A taxa de informalidade ficou em 37,3%, abrangendo 38,1 milhões de trabalhadores, com recuo trimestral e anual.
- O rendimento médio habitual atingiu R$ 3.722, um aumento de 1,6% no trimestre e 5,5% em um ano, o maior valor da série histórica.
- A massa de rendimentos totalizou R$ 374,8 bilhões, estável no trimestre e 7,1% maior anualmente, também no maior nível já registrado.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Adriana Beringuy (coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE)Jonathan Lins
Organizações
IBGEg1
Lugares
Maceió

