Delegados estão ‘mais confortáveis’ com condução de Mendonça no caso Master, diz ADPF
Delegados da Polícia Federal expressam maior conforto com a condução do ministro André Mendonça no inquérito do Banco Master, após críticas às decisões "atípicas" do ministro Dias Toffoli, e criticam o projeto de lei antifacção.
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27/02 às 14:23
Pontos principais
- Delegados da PF estão mais confortáveis com a condução do ministro André Mendonça no caso Banco Master.
- O diretor da ADPF, Edvandir Felix de Paiva, criticou decisões "atípicas" do ministro Dias Toffoli que prejudicaram as investigações.
- Toffoli ordenou acareação antes de depoimentos, lacração de celulares e escolha de peritos, o que foi considerado prejudicial.
- Paiva espera que Mendonça, ex-AGU e ministro da Justiça, aplique o direito de forma normal e fundamente suas decisões.
- A ADPF também criticou o projeto de lei antifacção aprovado pela Câmara, que retira recursos da PF e não fortalece as investigações.
- O projeto, relatado por Guilherme Derrite, foca no aumento de penas e financiamento para polícias estaduais, sem aprimorar a PF.
- Artigos solicitados pela PF para fortalecer investigações, como regras para infiltração e produção de provas, foram retirados do texto final.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Edvandir Felix de Paiva (diretor da ADPF)André Mendonça (ministro do STF)Dias Toffoli (ministro do STF)Guilherme Derrite (deputado federal)
Organizações
Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF)Polícia Federal (PF)Supremo Tribunal Federal (STF)Banco MasterCâmara

