Cúpula da CPMI vê precedente em decisão de Dino para suspender quebra de sigilo de 'Lulinha'
A cúpula da CPMI do INSS avalia se a decisão do ministro Flávio Dino, que suspendeu a quebra de sigilo de Roberta Luchsinger, cria um precedente para o caso de Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", e planeja recorrer da decisão.
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04/03 às 13:20
Pontos principais
- A cúpula da CPMI do INSS analisa se a decisão de Flávio Dino sobre Roberta Luchsinger pode impactar a quebra de sigilo de "Lulinha".
- O relator da CPMI, Alfredo Gaspar, e o presidente, Carlos Viana, consideram a decisão de Dino um precedente e avaliam recorrer.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recusou o pedido governista para anular a quebra de sigilos de Lulinha.
- Houve tumulto e confusão na sessão após a votação da quebra de sigilo de Lulinha, com governistas protestando contra o resultado.
- A base governista argumentou que 14 parlamentares votaram contra a quebra de sigilo, mas Alcolumbre afirmou que seriam necessários 16 votos para derrubar a medida.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Flávio Dino (ministro do Supremo Tribunal Federal)Roberta Luchsinger (empresária)Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Alfredo Gaspar (relator da CPMI)Carlos Viana (senador e presidente da CPMI)Davi Alcolumbre (presidente do Senado)
Organizações
CPMI do INSSSupremo Tribunal Federal (STF)União-ALPodemos-MGSenadoPT

