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Corpo de PM baleada tem marcas no pescoço, diz advogado da família

O corpo da policial militar Gisele Alves Santana, exumado, apresenta marcas no pescoço, o que reforça a tese de feminicídio contra seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite, que inicialmente reportou o caso como suicídio.

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10/03 às 11:10

Pontos principais

  • O corpo da PM Gisele Alves Santana, exumado, possui marcas no pescoço, segundo o advogado da família.
  • Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento, e o marido, Geraldo Leite, alegou suicídio.
  • As marcas no pescoço são descritas como "equimose de dedos", sugerindo estrangulamento e corroborando a tese de feminicídio.
  • Há um intervalo de quase meia hora entre o disparo ouvido por uma vizinha e o acionamento do Copom pelo marido.
  • O fato de Geraldo Leite ter tomado banho após o ocorrido e a posição da arma na mão da vítima são considerados pontos estranhos na investigação.
  • Três policiais femininas foram ao apartamento para limpeza horas após o incidente, o que também causa estranheza.
  • A SSP informa que as investigações seguem no 8º DP, aguardando laudos da reconstituição e exumação, sob sigilo judicial.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Gisele Alves Santana (policial militar)José Miguel da Silva Junior (advogado da família)Geraldo Leite (tenente-coronel)

Organizações

Agência BrasilSecretaria da Segurança Pública (SSP)8º DPCopom