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Comunidade transforma cenário ambiental da Baía de Guanabara

Projetos de participação comunitária, como o Andadas Ecológicas da ONG Guardiões do Mar, estão transformando o cenário ambiental dos manguezais na Baía de Guanabara através da limpeza de resíduos, educação ambiental e o inovador sistema de Pagamento por Serviços Ambientais com a Moeda Azul (Mangal).

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02/03 às 08:21

Pontos principais

  • Comunidades tradicionais e projetos como o Andadas Ecológicas estão recuperando manguezais na Baía de Guanabara.
  • Ações em janeiro e fevereiro recolheram 4,5 toneladas de rejeitos em Magé, beneficiando pescadores e catadores de caranguejo.
  • O projeto utiliza a Moeda Azul (Mangal) para Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), incentivando a coleta de resíduos recicláveis.
  • A educação ambiental é um pilar do projeto, envolvendo escolas e moradores das margens do Rio Suruí.
  • A limpeza dos mangues melhora a produção de peixes e caranguejos e impulsiona o Turismo de Base Comunitária.
  • O projeto Andadas Ecológicas é uma extensão da Operação LimpaOca, que já recolheu mais de 100 toneladas de resíduos desde 2012.
  • A iniciativa surgiu após um vazamento da Petrobras em 2000, que resultou em multas e investimentos na revitalização da baía.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Pedro Belga (presidente da Guardiões do Mar)Rafael dos Santos (presidente da Associação de Caranguejeiros e Amigos dos Mangue de Magé)Rodrigo Gaião (coordenador)

Organizações

Guardiões do MarAssociação de Caranguejeiros e Amigos dos Mangue de MagéPetrobrasInstituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)

Lugares

Baía de GuanabaraMagéSuruíRio SuruíBaixada FluminenseIlha de ItaocaRio de JaneiroÁrea de Proteção Ambiental (APA) de GuapimirimRefinaria Duque de Caxias (Reduc)Ilha d'ÁguaIlha do Governador