Como uma rede de cinemas e uma abelha escancararam o fracasso da cota de tela para produções nacionais
O artigo analisa como a cota de tela para produções nacionais tem sido contornada por grandes redes de cinema, resultando em sessões fantasmas que esvaziam o propósito da política pública de fomento ao audiovisual brasileiro.
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09/05 às 16:33
Pontos principais
- A cota de tela, criada para proteger o cinema nacional, tem sido cumprida de forma burocrática por redes como o Cinemark.
- O caso do filme Zuzubalândia ilustra a prática de agendar sessões em horários de baixa demanda para cumprir metas legais sem atrair público.
- A legislação atual é criticada por não estabelecer critérios de qualidade, horários nobres ou diversidade para as exibições obrigatórias.
- A Ancine reconhece as fragilidades da norma, mas evita punições severas, citando o impacto econômico no setor exibidor pós-pandemia.
- Especialistas defendem que a política pública precisa evoluir de uma simples contagem numérica para estratégias que garantam visibilidade e acesso real ao público.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Reed Hastings (executivo)
Organizações
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Lugares
Brasil

