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Como Cláudio Castro colocou o governo do Rio a serviço da Refit, segundo o STF

Decisão do ministro Alexandre de Moraes detalha como o ex-governador Cláudio Castro teria utilizado a máquina pública do Rio de Janeiro para favorecer a refinaria Refit, alvo de investigações por fraudes fiscais bilionárias.

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15/05 às 13:18

Pontos principais

  • A Operação Sem Refino aponta que o governo fluminense atuou em diversas frentes para beneficiar a Refit, que acumula R$ 52 bilhões em dívidas fiscais.
  • O ex-governador Cláudio Castro é investigado por sancionar legislação que facilitaria o parcelamento de dívidas da empresa, apelidada de Lei Ricardo Magro.
  • A investigação detalha trocas de cargos estratégicos na Secretaria de Fazenda e na Procuradoria-Geral do Estado para atender aos interesses do conglomerado.
  • O desembargador Guaraci de Campos Vianna foi afastado após autorizar a desinterdição da refinaria contrariando decisões superiores.
  • Cláudio Castro foi alvo de busca e apreensão em sua residência, embora já tenha renunciado ao cargo de governador após ser declarado inelegível.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Cláudio Castro (ex-governador do Rio de Janeiro)Alexandre de Moraes (ministro do STF)Ricardo Magro (empresário)Leonardo Lobo (ex-secretário de Fazenda)Juliano Pasqual (secretário de Fazenda)Renan Miguel Saad (Procurador-Geral do Estado)Guaraci de Campos Vianna (desembargador)Herman Benjamin (ministro do STJ)Renato Jordão Bussiere (ex-presidente do INEA)

Organizações

Polícia FederalSTFRefinaria de Manguinhos (Refit)Secretaria de Fazenda do Rio de JaneiroINEAProcuradoria-Geral do EstadoAgência Nacional do PetróleoReceita FederalDEATribunal de Justiça do Rio de JaneiroTobras Distribuidora de Combustíveis

Lugares

Rio de JaneiroNova YorkBarra da Tijuca