CEO do Grupo Fictor é alvo de operação contra fraudes de R$ 500 milhões na Caixa
O CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, e um ex-sócio são alvos de uma operação da Polícia Federal que investiga um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, totalizando mais de R$ 500 milhões em prejuízos.
|
25/03 às 10:45
Pontos principais
- Rafael Góis, CEO do Grupo Fictor, e Luiz Phillippe Gomes Rubini são alvos de operação da PF contra fraudes na Caixa Econômica Federal.
- A investigação apura crimes como estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com prejuízos estimados em R$ 500 milhões.
- O esquema envolveria a cooptação de funcionários de instituições financeiras e o uso de empresas para ocultar recursos ilícitos.
- Foram autorizadas quebras de sigilo bancário e fiscal, além do bloqueio de cerca de R$ 47 milhões em bens.
- O Grupo Fictor, fundado por Rafael Góis, é uma holding diversificada com atuação em vários setores e presença internacional.
- O grupo enfrentou dificuldades financeiras e reputacionais, culminando em um pedido de recuperação judicial em fevereiro deste ano, alegando dívidas de R$ 4 bilhões.
- A tentativa de aquisição do Banco Master, às vésperas de sua liquidação, gerou uma crise de imagem e afetou a liquidez da Fictor.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Rafael Góis (CEO e fundador do Grupo Fictor)Luiz Phillippe Gomes Rubini (ex-sócio do Grupo Fictor)
Organizações
Grupo FictorCaixa Econômica FederalPolícia FederalBanco MasterBanco CentralUniversidade Candido Mendes
Lugares
MiamiLisboaSão PauloFaria Lima

